Olga Iakouchina

abril 15, 2008

Pivô russa que veio para o Arcor no Nacional de 2000, mas teve dificuldade em se adaptar ao basquete brasileiro.

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Joulia Goureeva

abril 11, 2008

Pivô russa de força, mas que parou na mesmice do time da Uniban no Paulista de 1998.

Depois de passar pelo Brasil, defendeu até um clube australiano, mas foi a Espanha o país onde mais trabalhou.

Na imagem, aparece defendendo o Salamanca (ao fundo, de azul), ocasião em que foi companheira de Iziane.


Alexandra Nakonetchnaia

abril 6, 2008

Essa pivô russa teve uma passagem muito discreta pelo time de Guarulhos, que disputou o Nacional, em 2000.

Média de 3,8 pontos por jogo.


Elena Tornikidou

abril 5, 2008

 

A russa campeã olímpica em 1992 chegou por aqui em 1997, contratada pelo BCN/Osasco. Deu fôlego ao jovem time e se tornou uma unanimidade pelo talento indiscutível. Passou algumas temporadas na WNBA. No Brasil, com o fim do time de Osasco (2000), foi para o Vasco.

A equipe carioca foi a último clube que Elena defendeu no Brasil (2000/2001), conquistando o título carioca. Deixou o país quando os salários deixaram de ser pagos e voltou para Espanha. Seu marido (Nicolas Garcia) foi ténico aqui (Uniban/São Bernardo) e fundou uma agência de jogadoras na Espanha (a Prodep), que cuida da maior parte das brasileiras que jogam no exterior.

Elena continua jogando em alto nível, aos 43 anos,  pelo Ros Casares, na Espanha (2008).

Durante a passagem pelo Brasil, a precisa Elena alcançou rapidamente a admiração de todos.

Em 1998, a Folha de São Paulo, perguntou às jogadoras da seleção brasileira que disputava o Mundial da Alemanha, quem era a melhor da atualidade. A escolha?

A ala russa Elena Tornikidou, 33, foi escolhida pelas atletas da seleção como a melhor jogadora do mundo na atualidade.
Tornikidou, campeã paulista de 97 e vice-campeã brasileira de 98 pelo BCN/Osasco, recebeu quatro votos, contra três de Janeth e um da pivô Lisa Leslie, dos EUA.
Para Claudinha, companheira da russa no BCN, ela “é muito forte, dificílima de ser marcada”.
Presente em Berlim para acompanhar alguns jogos do Mundial, Tornikidou declarou à Folha, ao saber o resultado da votação, que se sente “contente e orgulhosa”.
“Foram as melhores brasileiras que me escolheram”, justificou.
Para ela, que rejeitou convocação da Rússia para jogar neste Mundial, Claudinha será a próxima estrela da seleção brasileira. “Ela é o futuro. Será a substituta de Paula.”

Quando entrevistei Maria Helena Cardoso e questionei quem teria sido a melhor estrangeira que ela comandou; a treinadora também não titubeou:

“Sem dúvida, Elena Tornikidou. Grande atleta e grande pessoa.”

Histórico de Elena na WNBA:

http://www.wnba.com/playerfile/elena_tornikidou/index.html?nav=page

Site Oficial de Elena:

http://www.elenatornikidou.com/


Elen Chakirova Bounatiants, a Helena

abril 1, 2008
número 13

Um dos principas nomes da campeã olímpica CEI, em 1992, essa pivô russa foi rebatizada aqui de Helena. Atuou pela Nossa Caixa/Ponte Preta (92, 93) e pela Unimep (95). Forte, inteligente e aplicada, adaptou-se rapidamente ao nosso basquete e ensinou muito sobre defesa a suas adversárias.  Passou pela WNBA.

Atualização: Encontrou as brasileiras novamente em Atlanta (96), defedendo a seleção russa. Retornou ao basquete europeu e permanece em atividade, na Rússia.