Indicada por Lisdeivi, essa ala cubana saiu do Equador para reforçar a equipe de Marília, em 2006. Firmou-se como grande cestinha da temporada paulista, em 2007, quando se transferiu para Catanduva (Nacional 2007 – vice-campeã). Assinou contrato com Ourinhos, clube que defenderá em 2008.
Em Ourinhos, o brilho da cubana diminuiu um pouco em uma equipe com mais estrelas. Terminou o Paulista 2008, com média de 12,5 pontos por jogo e o vice-campeonato da competição.
A pivô cubana desertou no Brasil, na cidade de Americana, durante a disputa da seletiva da Liga Mundial de Clubes, em 2004. Boa pivô, aproveitou a ausência de rivais na posição para se tornar uma grande referência nas quadras nacionais. Atua por Ourinhos desde a temporada 2004/5, onde coleciona títulos, chegando a ser escolhida a MVP dos Nacionais de 2006 e 2007. Entre as temporadas com Ourinhos, fez hora-extra em clubes da Espanha e Ucrânia.
Grande sensação do Campeonato Paulista 2000/01, jogando pelo Guaru essa armadora croata, que joga no Starz da WNBA, está no rol das melhores estrangeiras que já pisaram em quadras brasileiras. Um talento, inteligente, disciplinada como poucas, e sem medo da decisão, Korie é demais!
Atualização: Uma das sensações das primeiras temporadas da WNBA, Korie acabou perdendo espaço nas temporadas seguintes. Radicou-se na Espanha, onde em 2008, defendeu a equipe de Badajoz.
Pivô lituana que Paulo Bassul trouxe a Americana (2002). Tinha até uma bom tempo nos tocos, mas algumas outras limitações técnicas a impediam de ser mais útil ao clube.
Reda havia antes conquistado o Europeu, em 1997 (média de 2,1 ppg e 2 rebotes)e ficado em sexto no Mundial da Alemanha em 98.
Ala norte-americana ainda voltando a melhor forma que esteve em parte do campeonato paulista de 2000 defendendo o Unimed/Ourinhos. Saiu na fase final, quando a prefeitura local diminuiu o repasse de patrocínio ao clube.
Pivô tcheca que defendeu o BCN/Osasco em 1999. Técnica e disciplinada, se encaixou com perfeição num time estelar (Paula, Claudinha, Elena, Kelly, Adrianinha, Lílian, Aide, Micaela, Geisa, Ruth, Kátia Denise, Gilmara, Veneza, Bethânia, Lucimara).
Depois, jogou na França, Hungria, República Tcheca e teve passagem pela WNBA.
Jogadora extremamente talentosa. Argentina, encontrou a técnica Maria Helena Cardoso em um Sul-Americano. A treinadora a trouxe ao Brasil e em pouco tempo, Karina explodiu. Forte, deslocava as adversárias próximo a cesta, e partia para o jump certeiro. Estabeleceu um longo domínio nos garrafões brasileiros, percorrendo as grandes equipes da época: BCN/Piracicaba, Nossa Caixa/Ponte Preta, Lacta/Santo André. No percurso, manifestou desejo de naturalizar-se e defender a seleção brasileira. Investiu muito nesse sonho, que não se realizou, em função de Karina ter atuado pela seleção juvenil argentina. A pivô foi prejudicada pelo ranqueamento, uma equivocada idéia da FPB que dividia as jogadoras por categorias. Voltou a viver bons momentos no BCN/Osasco, que chegou a derrotar a seleção da WNBA em um tour das estrelas por aqui. A carreira perdeu o foco, quando assumiu a função de dirigente e a forma física deteriorou-se. Teve um retorno frustrado ao basquete, pela equipe de Uberaba (Nacional – 2004). Afastou-se das quadras e hoje dirige uma ONG.
Pivô espanhola que se adaptou muito bem ao basquetebol brasileiro e fez boas temporadas pela Arcor/Santo André em 1998, 1999 e 2000. Expert em ganchos e com cacife nas cestas de três, deixou saudades e evoluiu bastante aqui.
Onipresente na seleção espanhola, foi deixada de fora no Mundial de 2006.
Segue no Ros Casares/Valencia (Espanha), aos 36 anos.
Ala norte-americana que já havia defendido Sorocaba na década de 80 e voltou para reforçar o Vila Nova em 1998. Um estilo meio espalhafatoso, mas às vezes, produtivo.
Está inscrita no livro dos recordes da NCAA, pois contabilizou 1887 rebotes na carreira (média de 16,1 por jogo) na Universidade de Drake (1983-86).
Estrela na WNBA, veio reforçar a Microcamp/Campinas no Nacional de 1998. Foi contratada para substituir Vedrana, que se transferira para o Fluminense (RJ).
Num time com Magic Paula, Branca e Razija, entre outras, não teve tanto espaço, nem tempo para se adpatar e brilhar como poderia.
A pivô búlgara defendeu o BCN/Osasco na temporada de 1997.
Bastante disciplinada, com bons fundamentos, se virava bem embaixo da cesta, mesmo sem muita força. Passou pela WNBA e voltou ao Brasil em 2000, no Arcor/Santo André.
Persiste em atividade, no Sópron (Hungria), aos 37 anos.
A russa campeã olímpica em 1992 chegou por aqui em 1997, contratada pelo BCN/Osasco. Deu fôlego ao jovem time e se tornou uma unanimidade pelo talento indiscutível. Passou algumas temporadas na WNBA. No Brasil, com o fim do time de Osasco (2000), foi para o Vasco.
A equipe carioca foi a último clube que Elena defendeu no Brasil (2000/2001), conquistando o título carioca. Deixou o país quando os salários deixaram de ser pagos e voltou para Espanha. Seu marido (Nicolas Garcia) foi ténico aqui (Uniban/São Bernardo) e fundou uma agência de jogadoras na Espanha (a Prodep), que cuida da maior parte das brasileiras que jogam no exterior.
Elena continua jogando em alto nível, aos 43 anos, pelo Ros Casares, na Espanha (2008).
Durante a passagem pelo Brasil, a precisa Elena alcançou rapidamente a admiração de todos.
Em 1998, a Folha de São Paulo, perguntou às jogadoras da seleção brasileira que disputava o Mundial da Alemanha, quem era a melhor da atualidade. A escolha?
A ala russa Elena Tornikidou, 33, foi escolhida pelas atletas da seleção como a melhor jogadora do mundo na atualidade.
Tornikidou, campeã paulista de 97 e vice-campeã brasileira de 98 pelo BCN/Osasco, recebeu quatro votos, contra três de Janeth e um da pivô Lisa Leslie, dos EUA.
Para Claudinha, companheira da russa no BCN, ela “é muito forte, dificílima de ser marcada”.
Presente em Berlim para acompanhar alguns jogos do Mundial, Tornikidou declarou à Folha, ao saber o resultado da votação, que se sente “contente e orgulhosa”.
“Foram as melhores brasileiras que me escolheram”, justificou.
Para ela, que rejeitou convocação da Rússia para jogar neste Mundial, Claudinha será a próxima estrela da seleção brasileira. “Ela é o futuro. Será a substituta de Paula.”
Quando entrevistei Maria Helena Cardoso e questionei quem teria sido a melhor estrangeira que ela comandou; a treinadora também não titubeou:
“Sem dúvida, Elena Tornikidou. Grande atleta e grande pessoa.”
Paulo Bassul trouxe essa americana para reforçar o time da Unimed/Americana, no Campeonato Nacional de 2004.
Em 6/11/04, registrei o histórico da pivô, recém-chegada ao Brasil:
“A pivô de 1,91 e 29 anos, diputou quatro temporadas da WNBA Em 2000 e 2001, foi atleta do Indiana. Na primeira temporada, conseguiu suas melhores marcas: 6 pontos e 2,8 rebotes, em 15 minutos por jogo. Em 2002 e 2003, a pivô ficou na reserva de Lauren Jackson, no Seattle, tendo poucas oportunidades, com médias de 5 minutos por jogo.
Da ficha da atleta, constam ainda uma passagem pela seleção norte-americana. Foi em 1999, quando a pivô jogou o Pan-Americano de Winnipeg e venceu o Brasil na disputa pelo bronze. No torneio, a jogadora teve médias de 7,5 pontos por jogo e 4,7 rebotes.
Antes disso, passou pela ABL, em 1998, liga americana em que jogou a pivô Marta Sobral. Carregava o peso de ser uma estrela em seu time, do tipo Natalie Willians. Foi escolhida na primeira rodada do draft daquele ano. Mas falhou. Marcou 2,8 pontos por jogo pelo Portland Power.
No ano passado, jogou algumas partidas no basquete canadense.”
O time da Unimed acabou com o vice-campeonato do torneio e não encontrei mais detalhes do paradeiro de Danielle.
Ala-pivô croata, alta e talentosa, chamou a atenção quando esteve no Brasil disputando o Mundial de Clubes de 1994 e detonou a defesa da Nossa Caixa/Ponte Preta. Em 1997, foi contratada pela Microcamp, por onde jogou o Paulista. Fez sucesso na temporada regular, mas esfriou nos play-offs. Foi contrada por Hortência e brilhou como um dos arremessos mais precisos de nossas quadras.
Atualização: Jogou no Fluminense, onde foi campeã nacional (1998). Seguiu para o Paraná, onde repetiu a dose (2000). Casou-se com um brasileiro e adotou o nome do marido, passando a assinar Grgin-Fonseca. Foi para a WNBA e foi campeã, no Los Angeles Sparks, ao lado de Érika, também sem atuar muito (2002). Fez carreira na França, onde jogou nos mais importantes clubes. Está na Rússia, no Spartak.
A pivô chegou aqui encomendada para o Data Control/Americana em 1997. Acompanhou os times de Hortência a partir desse ano: Fluminese e Paraná. Ficou no Brasil até o ano 2000.
Nesse período jogou também temporadas na WNBA (1997-2002).
Saindo do Brasil, retornou à Itália, onde jogou mais algumas temporadas.
Excelente atleta, jogou belas temporadas no Brasil. No Fluminense, fez uma dupla belíssima com Marta Sobral.
Armadora norte-americana veio para o Data Control/Americana (97) substituir Cynthya Cooper. Não deu tempo de mostrar muita coisa.
Dena foi a primeira escolha do primeirto draft da história da WNBA. Teve três temporadas na liga. É assistente técnica de uma universidade, atualmente.
A bam-bam-bam da WNBA esteve defendendo o Data Control/Americana em 1997. Mostrou a categoria de sempre. Ficou apenas um mês e rescindiu o contrato por problemas pessoais.
Atualização: Depois de brilhar no Houston, ao lado de Janeth, Cynthya se aposentou, em 2003. Ensaiou – sem sucesso – uma carreira de treinadora na liga. Ficha de Cooper na WNBA:
A estrelíssima bósnia veio defender a Microcamp em 1996 e fez história. Com certeza, ensinou muito às nossas pivôs. Continuou em 1997, mas sumiu literalmente nas semifinais do Campeonato Nacional deixando o técnico Antônio Carlos Barbosa irado. Voltou em 2000 para defender o Quaker, totalmente fora de forma.
Atualização: Entre altos e baixos, “Raza” segue em atividade. Aos 41 anos, está na Espanha.
Presença constante na seleção de seu país, a argentina defendeu o São Paulo/Guaru rapidamente no Mundial Interclubes, em 2003. Depois retornou ao Brasil, para defender a equipe de São Bernardo, em 2004.
Pivô norte-americana, jogava ao lado de Janeth, no Houston Commets (WNBA). Foi contratada pelo São Paulo/Guaru, para a disputa de um único torneio: o Mundial Interclubes, 2003.
As informações sobre Charlotte foram me enviadas inicialmente por um querido amigo, Roberto Sasaki:
” Houve uma jogadora americana chamada Charlote que atuava na Minercal, invariavelmente como titular ao lado de Debora Lee ou Marta na posição de pivô; Atuava na posição 5, e jogava ao lado de Hortência sob o comando de A.C. Vendramini.
Me lembro que era um tanto que desobediente, e me recordo de um fato um tanto que inusitado: houve uma decisão do Campeonato Paulista (ou algo do gênero) entre Minercal e Unimep realizado no Rio de Janeiro, lembram-se disso? O fato foi muito criticado, já que na época tanto os árbritos como o público do Rio não tinham a “experiência” que têm hoje, e dá-lhe decisões polêmicas por parte de uns e copinhos d’água por parte de outros!… enfim, no meio do jogo, numa reposição de bola de lateral, a Hortência não tinha para quem passar a bola, e a única desmarcada era a Charlotte. O problema é que ela nem estava prestando atenção nos apuros da Hortência, mesmo com os gritos dela para chamar a atenção. Bem, não sei se de propósito ou não, o fato é que a Hortência jogou a bola mesmo assim para a Charlotte…. e o que se viu foi a bola bater na nuca da jogadora, que se virou na hora para tomar satisfações com a Hortência. Trash…
Gostaria muito que o Painel a incluísse no ’strangers’, pois foi muito importante para seu time na época. (e olha que eu era Unimep…) … a propósito, a Minercal acabou ganhando este jogo no Rio.”
Na época, a também querida Branca, me enviou as novidades sobre Charlotte:
“Charlotte Lewis reside na Peoria, cidade próxima de Chicago estado de Illinois. Trabalha como professora de Educação Física dentro do presídio da própria cidade. Está muito bem, após ter passado por sérios problemas particulares, entre eles, o falecimento da Mãe e um acidente grave de carro, o qual ela se feriu muito.”
Atualização: Vítima de um infarto, Charlotte faleceu em setembro de 2007.
Companheira de Janeth no Houston, a pivô veio defender o Santo André em 1997. Mas parece não ter se adaptado bem ao país, ao time e mesmo ao nosso basquete.
Hortência buscou essa norte-americana para reforçar o garrafão do seu Seara/Paulínia em 1995. Talentosa, a pivô ficou por apenas uma temporada.
Era uma boa pivô, com um extraordinário currículo no basquete universitário.
Deixou o Brasil para jogar a ABL, a liga pioneira do basquete feminino na América.
Jogou ainda temporadas na WNBA e encerrou a carreira em 2002, aos 30 anos.
A pivô preferiu os estudos de medicina esportiva. Hoje é assisnte de um time masculino e abriu, ao lado do marido, a GameShape LLC, uma empresa especializada em treinamento para atletas.
A armadora norte-americana esteve rapidinho por aqui defendendo o Leite Moça/Sorocaba no Sul Americano de 1993. Estrela de seleção norte-americana hoje.
Atualização: Cruzou várias vezes com as brasileiras no caminho: da Copa América no Ibirapuera (93), passando pelo Mundial da Austrália no ano seguinte, até ao Pan do Rio (2007, já como técnica) . Dawn se converteu num dos maiores nomes da história do basquete americano, campeã olímpica, mundial. Técnica de sucesso, já foi incorporada pela comissão da seleção americana.
Essa norte-americana fazia um bom trabalho no pivô, que garantiu um surpreendente título Sul-Americano ao Leite Moça/Sorocaba em 1993. Voltou ao país em 1996 defendendo o Seara/Americana. Pegava na bola e pam-pam-pam: cesta!
Passou pela WNBA, onde chegou à assistente técnica do Detroit.
Pivô norte-americana que defendeu o BCN/Piracicaba em 1995. Voltaria ao Brasil, mas acabou ficando na ABL (a liga American Basketball League, que sucumbiu com a chegada da WNBA).
Uma pivô norte-americana que radicou-se nas quadras brasileiras. Jogava em Piracicaba (92), onde permaneceu até 95, quando na passagem de ano um problema na emissão de vistos impediu que ela retornasse ao Brasil para defender a Unimep na fase final do Campeonato Paulista. Chegou em cima da hora, na quarta partida contra o Seara/Paulínia (que vencia pr 2 a 1) e ajudou a Unimep a virar em 3 a 2. O time perdeu a final contra a Lacta/Santo André (3 a 1).
Na semifinal do Nacional de 98, chegou às pressas para defender Santo André.
Voltou ao Brasil, em 2000, para defender a Unimed/Ourinhos (campeã paulista).
Em 2001, defendeu o Paraná Basquete no Nacional (2o. lugar).
Irreverente, é das estrangeiras mais queridas entre as brasileiras.
Uma ala norte-americana contratada às pressas para o Campeonato paulista de 1996, para defender a Polti/Santo André. Ainda era muito inexperiente e passou em branco.
Pivô norte-americana defendeu a Unimed/Araçatuba em 1993. Tinha um jogo forte e ágil. Voltaria ao Brasil em 94, para defender Santo André, mas se envolveu em um acidente automobilístico. Voltou em 96 para Santo André. Passou pela WNBA.
Para o lugar de Letônia, veio a também Karvie, outra norte-americana, também fora de forma física e técnica. Acabou aprendendo alguma coisinha aqui. E voltou defendendo Matão (95) e novamente Santo André (97).
Um dos principas nomes da campeã olímpica CEI, em 1992, essa pivô russa foi rebatizada aqui de Helena. Atuou pela Nossa Caixa/Ponte Preta (92, 93) e pela Unimep (95). Forte, inteligente e aplicada, adaptou-se rapidamente ao nosso basquete e ensinou muito sobre defesa a suas adversárias. Passou pela WNBA.
Atualização: Encontrou as brasileiras novamente em Atlanta (96), defedendo a seleção russa. Retornou ao basquete europeu e permanece em atividade, na Rússia.
Necessitando de uma pivô, a técnica Laís Elena mandou buscar essa norte-americana na Turquia em 1994, mas em menos de um mês, viu que não era bem essa que ela queria.
Pivô norte-americana que atuou na Lacta/Santo André (93) e no BCN/Piracicaba (95). Tinha um jogo de pouca força, mas de muita técnica e acabava dando conta do recado.
Essa armadora norte-americana fez três temporadas em Santo André (92, 93 e 94). Veloz e aguerrida, era um dos destaques do time. Voltou aos Estados Unidos, virou estrela na WNBA e na seleção norte-americana.
A carreira foi interrompida em função de um câncer na mama.
Essa ucraniana veio para reforçar o Leite Moça/Sorocaba no lugar de Kathrinna em 92. Tinha um jogo bom, forte, mas acabou não fazendo história nas quadras paulistas.
Em 1995, foi campeã européia pela seleção.
Foi vista novamente nas Olimpíadas de Atlanta, como titular da seleção ucraniana, que perdeu a semifinal para o Brasil.
Atualização: Jogou no Dynamo de Kiev (Rússia), até 2002, aos 35 anos.
Atleta campeã olímpica pelos Estados Unidos, em Moscou (88), que defendeu o Leite Moça/Sorocaba (92), a Cesp/Unimep (93, 94), a Lacta/Santo André (95) e o Seara/Americana (97). Deixou ótimas impressões por aqui, chegando a prometer encerrar a carreira no Brasil, mas sumiu.
Atualização: Com a contração do mercado no Brasil, foi para a Espanha. Jogou na Segunda Divisão; e permanece lá, como técnica.
Uma ala norte-americana talentosíssima, de estilo próprio que virou estrela no Brasil, defendendo a Unimed (1992, 1993), Ponte Preta (1994) e Seara (1995). Está na WNBA. Voltou ao Brasil em 2000 para defender a Mangueira-Paraná no Campeonato Carioca e deve estar de volta no Nacional de 2001.
Atualização: Jogou na WNBA de 1999 até 2005, somando mais de 2.500 pontos e 400 assistências na liga. Última temporada em 2005, pelo Charlotte.